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07/08/2017
Atualidades
Ingrediente do chá verde reduz problemas físicos e cognitivos
Já se sabia que o chá verde reduz drasticamente as complicações do diabetes, mas agora se mostrou que seus efeitos são mais amplos.
Epigalocatequina

Se você já ouviu falar dos muitos poderes do chá verde, provavelmente já ouviu falar de um de seus compostos mais famosos, a epigalocatequina galato, ou EGCG.

Pois se prepare para ouvir de novo, porque esse componente biologicamente ativo - na verdade apenas uma das muitas catequinas do chá verde, composto também encontrado no guaraná - demonstrou um duplo efeito surpreendente.

A EGCG aliviou tanto a resistência à insulina induzida por uma alimentação com altos teores de gordura e frutose, quanto a deficiência cognitiva.

"O antigo hábito de beber chá verde pode ser uma alternativa mais aceitável aos medicamentos quando se trata de combater obesidade, resistência à insulina e comprometimento da memória," disse Xuebo Liu, da Universidade Noroeste A&F de Yangling (China), destacando ainda que o chá verde é a segunda bebida mais consumida no mundo após a água, e que esse consumo está crescendo em pelo menos 30 países.

Peso, raciocínio e memória

Para chegar a essa conclusão, Liu e seus colegas dividiram animais de laboratório em três grupos com base na dieta:

1) um grupo de controle alimentado com uma dieta padrão,
2) um grupo alimentado com uma dieta rica em gordura e frutose e
3) um grupo alimentado com uma dieta rica em gordura e frutose e mais 2 gramas de EGCG por litro de água fornecida a esses animais.

Durante 16 semanas, os pesquisadores monitoraram os camundongos e constataram que o grupo 2 apresentou o maior peso corporal final e um peso corporal final significativamente maior do que o grupo 3, cuja única diferença era o consumo da epigalocatequina-3-galato.

Mas os ganhos não foram apenas físicos.

Ao realizar testes padronizados em labirintos, os animais no grupo 2 demoraram mais para encontrar a saída em comparação com aqueles do grupo controle. Já o grupo 3 apresentou uma latência de fuga significativamente menor e precisou percorrer uma distância menor para escapar do que os animais do grupo 2.

Em outro teste, no qual os animais precisavam se lembrar da localização da plataforma de saída, o grupo 3 saiu-se ainda melhor, mostrando que a epigalocatequina reduz a insuficiência de memória reconhecidamente induzida pela dieta rica em gordura e frutose.

Os resultados foram publicados na revista científica The FASEB Journal.

Diário da Saúde

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