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24/09/2017
Alerta
A vacina contra o HPV diminui a fertilidade?
Estudo publicado na revista “Paediatric & Perinatal Epidemiology”
Um novo estudo revelou que a vacina contra o HPV não parece afetar a fertilidade e que inclusivamente faz aumentar a probabilidade de algumas mulheres engravidarem.
 
Uma infeção pelo vírus HPV pode causar uma menor qualidade de esperma e índices inferiores de gravidez.
 
O estudo de coorte, conduzido por uma equipa de investigadores da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Boston, EUA, veio na sequência da preocupação pública em geral sobre a possibilidade de a vacina poder afetar a fertilidade futura de quem a toma.
 
Para o estudo, os investigadores usaram dados de um estudo norte-americano conhecido como Estudo da Gravidez Online (Pregnancy Study Online [PRESTO], na sua versão original em inglês), que contou com a participação de um coorte de 3.483 mulheres e 1.022 homens, com idades compreendidas entre os 21 e 45 anos, e que estavam ativamente a tentar conceber.
 
Os casais foram seguidos durante 12 meses ou até suceder uma gravidez. Na altura do recrutamento dos participantes, 33,9% das mulheres e 5,2% dos homens tinham sido vacinados contra o HPV.
 
Os investigadores observaram uma reduzida associação em geral entre a vacinação contra o HPV e a problemas de conceção por parte dos homens e mulheres.
 
No entanto, nas mulheres que apresentavam um historial de infeções sexualmente transmissíveis (infeções estas que estão associadas a uma menor fertilidade) tinham a mesma probabilidade de engravidarem que as mulheres não vacinadas que nunca tinham tido uma infeção sexualmente transmissível (IST). 
 
“O nosso estudo não encontrou efeitos adversos da vacinação contra o HPV na fertilidade e indicou que a mesma poderá, com efeito, proteger a fertilidade nos indivíduos que tenham tido outras IST”, comentou Kathryn McInerney, autora principal deste estudo. “O nosso estudo deveria tranquilizar quem está hesitante em vacinar-se devido a preocupações com a fertilidade”, acrescentou.
 
A autora disse ainda que “internacionalmente, os pais escolheram não vacinar os seus filhos devido a preocupações sobre o efeito da vacina na fertilidade futura”, e concluiu que “espero que este estudo seja eficaz para os prestadores de saúde que aconselham as pessoas e famílias sobre a vacinação contra o HPV”.

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