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NOTÍCIAS

09/01/2018
Análises Clínicas
A leishmaniose tegumentar e seu diagnóstico
A leishmaniose tegumentar (LT) constitui um problema de saúde pública em 85 países, com registro anual de 0,7 a 1,3 milhão de casos novos. É considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das 6 mais importantes doenças infecciosas.

No Brasil, a LT é uma das doenças que merece mais atenção, devido à magnitude, risco de ocorrência de deformidades, e também pelo envolvimento psicológico, com reflexos no campo social e econômico. Apresenta ampla distribuição com registro de casos em todas as regiões brasileiras.

No período de 1995 a 2014, verificou-se uma média anual de 25.763 casos novos registrados e coeficiente de detecção médio de 14,7 casos/100 mil habitantes.

Em 2015, a região Norte registrou o maior número de casos, com 8.939 registrados, seguida da Nordeste, com 5.152 casos registrados, Centro-Oeste, com 2.937 casos registrados, Sudeste, com 1.762 casos registrados, e Sul, com 493 casos registrados.

A Leishmania é um protozoário pertencente à família Trypanosomatidae, parasito intracelular obrigatório das células do sistema fagocítico mononuclear, com duas formas principais: flagelada (inseto vetor) ou aflagelada (hospedeiros vertebrados).

Nas Américas, são atualmente reconhecidas 12 espécies dermotrópicas de Leishmania. No Brasil, já foram identificadas 7 espécies, sendo as 3 principais: L. (V.) braziliensis, L. (V.) guyanensis e L. (L.) amazonenses.

O modo de transmissão é por meio da picada de insetos transmissores infectados. Não há transmissão de pessoa a pessoa. O período de incubação da doença no ser humano é, em média, de dois a três meses, podendo variar de duas semanas a dois anos.

Na LT a úlcera típica é geralmente indolor e costuma localizar-se em áreas expostas da pele; tem formato arredondado ou ovalado; mede de alguns milímetros até alguns centímetros; tem base eritematosa, infiltrada e de consistência firme; apresenta bordas bem delimitadas e elevadas com fundo avermelhado e granulações grosseiras.

O cenário atual do tratamento da leishmaniose no Brasil apresenta características peculiares pela variedade dos contextos onde acontece a transmissão para o ser humano. Esta diversidade está relacionada com as espécies do parasito e dos vetores, dos reservatórios e dos ecossistemas e do espectro de gravidade dos sinais e sintomas.

Diagnóstico

A fim de evitar complicações e facilitar a cura do paciente, a doença deve ser diagnosticada e tratada o mais rápido possível. Para isso, a ECO Diagnóstica possui o teste LSH Cutânea ECO Teste.

Trata-se de um teste rápido exclusivo para a detecção qualitativa de antígenos de espécies de Leishmania em lesões cutâneas ulcerativas.

O kit libera o resultado em 20 – 30 minutos com apenas 20ul de amostra tratada. Possui controle positivo/negativo e dispositivo estéril para a coleta da amostra, tornando o kit completo para uso em campo, sem a necessidade de qualquer estrutura laboratorial.

Apresenta sensibilidade em população não endêmica de 96% e sensibilidade e especificidade de 100% e 84%, respectivamente, em população endêmica.

Pode ser armazenado em temperatura ambiente e possui certificado da Comunidade Europeia (CE) e FDA (EUA) (Insumos) e registro da ANVISA.

Ministério da Saúde. Manual de Vigilância da Leishmaniose Tegumentar. Disponível em:
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